Hoje o site Diário digital, na sua secção dedicada à música (Disco Digital) faz uma análise ao suposto novo disco de Mariah. Tudo isto estaria muito certo se o disco fosse novo, só que o disco tem quase um ano e um enorme sucesso já alcançado em todo o mundo. Não deixa de ser estranho e ao mesmo tempo surpreendente que o Diário Digital só agora se tenha apercebido que existe.
Infelizmente não se pode esperar mais da imprensa e das rádios em Portugal, há uma enorme incompetência reinante. Pior mesmo é que nem sequer acompanham as tendências mundiais e muito menos se informam antes de publicar o que quer que seja.
Fica no entanto o referido artigo de Pedro ( bem informado) Trigueiro bem como a data da sua publicação:
«The Emantipation of Mimi», Mariah Carey
Pedro Trigueiro
Aos 35 anos, Mariah Carey coloca mais um álbum nas lojas de todo o mundo. «The Emantipation of Mimi» traduz a tentativa de Carey, em que esta tenta não perder novas tendências dentro do seu espectro musical.
Mariah Carey tem um dom semelhante ao de Madonna. A saber: o poder de reunir junto de si quem sabe, e pode, redimensionar a carreira da cantora. A diva da pop continua a tornear a contagem dos anos com discos recauchetados de outros. Mariah Carey...
«Mimi» utiliza armas semelhantes. Além de nomes como Snoop Dogg, Nelly, Jermaine Dupri, Twista ou Jadakiss, Carey convida os Neptunes para concepção artística do pano de fundo que faz sobressair a voz da cantora.
Pese embora a carreira da artista tenha sentido, amiúde, os eternos tremores de uma super-estrela, Carey tem sarado as várias feridas de uma personalidade carente.
Para o novo disco, Mariah Carey preparou um compêndio de soluções actuais que traduzem a sua emancipação. Talvez a referida autonomia esteja um tanto turva. Nos textos cantados por Carey são anunciados regressos incríveis da mulher ao papel redutor que ocupava há pouco mais de 20 anos. Subjugar a condição feminina a uma espécie de troféu, que apenas tem que se saber conquistar numa noite, talvez soe demasiado…próximo, digamos.
No extenso disco apresentado (18 temas), Mariah Carey recupera algum do legado que a torna uma artista abrangente dentro do género subordinado ao universo dance-pop-R&B. Baladas de fazer chorar quem descasca cebolas, funk obeso em readaptações contínuas, e um R&B-pop-mais-pop com calorias altas. Em todos os géneros Mariah Carey exercita os seus agudos bem característicos ao mesmo tempo que tenta fugir em círculos da colagem à princesa Beyoncé…
Mariah Carey«The Emancipation of Mimi»Island / Universal
25-01-2006
Infelizmente não se pode esperar mais da imprensa e das rádios em Portugal, há uma enorme incompetência reinante. Pior mesmo é que nem sequer acompanham as tendências mundiais e muito menos se informam antes de publicar o que quer que seja.
Fica no entanto o referido artigo de Pedro ( bem informado) Trigueiro bem como a data da sua publicação:
«The Emantipation of Mimi», Mariah Carey
Pedro Trigueiro
Aos 35 anos, Mariah Carey coloca mais um álbum nas lojas de todo o mundo. «The Emantipation of Mimi» traduz a tentativa de Carey, em que esta tenta não perder novas tendências dentro do seu espectro musical.
Mariah Carey tem um dom semelhante ao de Madonna. A saber: o poder de reunir junto de si quem sabe, e pode, redimensionar a carreira da cantora. A diva da pop continua a tornear a contagem dos anos com discos recauchetados de outros. Mariah Carey...
«Mimi» utiliza armas semelhantes. Além de nomes como Snoop Dogg, Nelly, Jermaine Dupri, Twista ou Jadakiss, Carey convida os Neptunes para concepção artística do pano de fundo que faz sobressair a voz da cantora.
Pese embora a carreira da artista tenha sentido, amiúde, os eternos tremores de uma super-estrela, Carey tem sarado as várias feridas de uma personalidade carente.
Para o novo disco, Mariah Carey preparou um compêndio de soluções actuais que traduzem a sua emancipação. Talvez a referida autonomia esteja um tanto turva. Nos textos cantados por Carey são anunciados regressos incríveis da mulher ao papel redutor que ocupava há pouco mais de 20 anos. Subjugar a condição feminina a uma espécie de troféu, que apenas tem que se saber conquistar numa noite, talvez soe demasiado…próximo, digamos.
No extenso disco apresentado (18 temas), Mariah Carey recupera algum do legado que a torna uma artista abrangente dentro do género subordinado ao universo dance-pop-R&B. Baladas de fazer chorar quem descasca cebolas, funk obeso em readaptações contínuas, e um R&B-pop-mais-pop com calorias altas. Em todos os géneros Mariah Carey exercita os seus agudos bem característicos ao mesmo tempo que tenta fugir em círculos da colagem à princesa Beyoncé…
Mariah Carey«The Emancipation of Mimi»Island / Universal
25-01-2006
1 comentário:
Portugal....1 ano atrasado para n fugir há regra!!
Bem ou andam sempre mal informados ou qd falam é passados anos!!
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