segunda-feira, abril 28, 2008

Critica do Diário Digital a E=MC2

Nem a credibilização da pop por alguma inteligentzia serve para salvar Mariah Carey. «E=MC2» é chato, pastoso, meloso…
Que Mariah Carey é senhora de um corpo dotado e de uma conta bancária à altura, não há grandes dúvidas. Campeã de vendas desde que se estreou, tem vindo a percorrer uma trajectória semelhante à da cultura pop americana, isto é, a da procura da credibilização de uma carreira de claro intuito lucrativo.
Se «Emancipation of Mimi» tinha momentos aceitáveis (e não mais do que isso), «E=MC2» peca por se velar demasiado numa produção R&B previsível e pastosa, sem fulgor. Ouvir o álbum é como escutar a mesma balada do princípio ao fim. Sem rasgos…
O orelhudo «Touch My Body» acaba por ser um retrato fiel do disco. Uma canção melosa e açucarada com uma voz impecavelmente trabalhada em ProTools (o Photoshop do som) com muita maquilhagem. Espontaneidade? Zero. Emoção? Nula. Só mesmo para ouvir num Domingo sem sol.
Enquanto objecto artístico, «E=MC2» é fraco, fraquíssimo mesmo mas, infelizmente, espelha algumas tendências que têm vindo a dominar o mercado americano. Não que toda a música tenha que sair de uma garagem mas já chega de tanto plástico com sabor a Sundae Chocolate.

Diário Digital

Nota: O sr Davide Pinheiro, não gosta de Mariah e portanto nem sequer se dá ao trabalho de ouvir E=MC2 sem preconceitos. Resultado, critica, porque tem que criticar mas sem fundamentar. A toada é sempre a mesma? Bem ou ele ou eu temos problemas auditivos graves. Não vale a pena...


2 comentários:

Anónimo disse...

Uma crítica extremamente negativista. Sem razão de ser, pois quando fazemos criticas a algo que gostamos ou não temos que ser neutros e imparcias, para que o nosso interesse positivo ou negativo não ifluencie a opinião das pessoas que forem ler essas críticas!
Não concosrdo com nada dito nesta crítica! Deixa-me desapontado que coloquem pessoas não preparadas para fazer este tipo de críticas.
Abraço.

Sandra disse...

É a velha história, não há críticos especializados em Portugal, logo qualquer um pode escrever e obviamente parte de gostos pessoais para fazer a sua critica o que além de ser incorrecto é desonesto e enganador para quem lê, porque neste caso concreto o crítico diz apenas que não gosta e a justificação é porque não... Não há fundamentação, talvez porque tenha ouvido 30 segundos de cada canção, se é que chegou a tanto... É lamentável.